
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou ao Comando do Exército um manifesto a respeito de uma visita íntima ao general Mário Fernandes, que está preso preventivamente desde novembro de 2024. A solicitação ocorre após o general ser condenado pela Polícia Federal (PF) por arquitetar um plano para assassinar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o próprio ministro Moraes.
A pretensão de executar os atentados foi descoberta pela PF em um arquivo de texto intitulado “Punhal Verde e Amarelo”. A condenação pela trama golpista ocorreu em dezembro do ano passado, e cabe recurso contra a decisão.
Após receber o parecer do comando militar, a Procuradoria-Geral da República (PGR) terá um prazo de cinco dias para emitir sua opinião sobre o caso.
Com informações da Agência Brasil


