
O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), deputado Adjuto Afonso (União Brasil), manifestou, nesta sexta-feira (6), preocupação com os relatos da Associação Comercial do Amazonas (ACA) sobre as frequentes interrupções no fornecimento de energia elétrica no Centro de Manaus.
De acordo com a entidade, um recente princípio de incêndio envolvendo cabos blindados e uma caixa de distribuição da concessionária Âmbar Energia, em um prédio vizinho à sua sede, reforçou o alerta sobre os riscos à segurança da região. Diante desse cenário, Adjuto Afonso defende a adoção de providências para evitar novas ocorrências que possam comprometer o funcionamento da associação, ameaçar imóveis próximos e provocar prejuízos às atividades comerciais da zona Sul.
“Estou em contato com o presidente da ACA, Bruno Pinheiro, e acompanho essa situação que compromete a segurança e a continuidade do funcionamento da associação. Reforço meu apoio a iniciativas que resolvam esse problema e tragam de volta à segurança ao Centro. Reconheço a importância do trabalho da ACA para o fortalecimento do comércio local e espero que essa situação seja resolvida o quanto antes”, afirmou o parlamentar.
Solicitações
A Associação Comercial do Amazonas informou que encaminhará novos ofícios à Âmbar Energia e à Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), cobrando providências para reforçar a segurança, além de um cronograma de investimentos e melhorias na rede elétrica.
Em 1º de julho de 2025, por meio da Carta nº 160/2025, a ACA já havia formalizado à Amazonas Energia reclamações sobre as constantes interrupções no fornecimento, solicitando medidas para solucionar o problema e uma reunião com a concessionária. A solicitação, porém, não foi atendida.
Segundo o presidente da ACA, Bruno Pinheiro, as falhas no fornecimento de energia não se restringem à região central, sendo registradas também em outras áreas de Manaus. No entanto, a situação exige atenção especial devido às características dos imóveis históricos.
“No Centro, o risco é ainda maior, pois os prédios são geminados e um incêndio pode atingir três ou quatro estabelecimentos. É preciso fiscalização e esclarecimentos antes que aconteça uma tragédia”, finalizou o presidente da ACA.


