No fim da tarde desta quinta-feira (23), em transmissão de vídeo ao vivo no Facebook ao lado do presidente da Caixa, Pedro Guimarães, o presidente do Brasil Jair Bolsonaro questionou a necessidade de o Brasil seguir as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), sobre o distanciamento social para conter a disseminação do coronavírus, afirmando que Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da agência não é médico.
“Eu estou respondendo a processo dentro e fora do Brasil, estou sendo acusado de genocídio por ter defendido uma tese diferente da OMS. O pessoal fala tanto de seguir OMS… o diretor-presidente da OMS é médico? Não é médico”, disse Bolsonaro.
O Presidente defende uma teoria de que os impactos econômicos da paralisação provocada pelo isolamento são piores do que a própria doença.
Tedros Adhanom Ghebreyesus, assume a diretoria da OMS desde 2017. Ele tem doutorado em saúde comunitária pela Universidade de Nottingham e mestrado em imunologia das doenças infecciosas pela Universidade de Londres, sendo reconhecido como especialista em saúde, pesquisador e diplomata, com experiência em pesquisas, atividades e liderança de respostas de emergência a epidemias, segundo currículo divulgado no site da agência.


