De noite, promotor de eventos clandestinos; de dia, fisioterapeuta na UTI do Santa Júlia

Com o avanço de casos de Covid-19 no mundo afora, é de extrema importância que população e os profissionais de saúde se conscientizem sobre a importância do distanciamento social e as medidas necessárias para impedir a proliferação do vírus, evitando assim, a contaminação de outras pessoas.

 

Apesar do contingenciamento e das medidas determinadas pelo governo, os números de internação e de mortes continua subindo.

 

Infelizmente, algumas pessoas não têm seguido as normas e de alguma forma, têm contribuído para a proliferação do vírus e sobrecarregado os hospitais de pacientes. O portal Tribuna do Amazonas tem recebido algumas denúncias de populares, sobre profissionais de saúde que não tem respeitado as medidas e com isso, causado preocupação pelo desrespeito com os pacientes internados na luta contra o vírus.

 

Como é o caso do fisioterapeuta Sandro Magalhães que trabalha na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Santa Júlia. Enquanto os profissionais de saúde de todo o mundo estão pagando um preço alto para conter a doença, Sandro parece não se preservar.

 

No vídeo enviado para a redação aparece o profissional em uma festa clandestina sem o uso de máscara e em meio à aglomeração.

O profissional também foi flagrado recentemente participando de outra aglomeração, demonstrando um total desrespeito contra os pacientes internados tratados por ele e por outras equipes nos hospitais.

Através de suas redes sociais Sandro expõe sua vida “pandêmica”, participando de festas, eventos sociais e inclusive, profissional. O detalhe está na forma irresponsável como vai a esses lugares, sem usar máscaras e sempre em aglomerações.

Por outro lado, o profissional, também expõe sua ‘luta’ contra o Covid-19, nos hospitais em que trabalha.

De acordo com especialistas apesar do uso de roupas e máscaras protetoras, médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde parecem ter uma tendência maior à infecção do que a maioria das pessoas, devido à carga viral que têm contato diariamente. E, possivelmente, tenham mais chance de ficarem gravemente doentes, além de transmitir a doença para outros pacientes.

Os profissionais que geralmente estão em contato próximo com pessoas altamente infectadas e portadoras de cargas altas de vírus em seus corpos, estão mais expostos a uma grande quantidade de vírus, devendo, dessa forma, se cuidarem mais do que qualquer outra pessoa.

O que, de fato, não condiz com o comportamento do profissional, alvo de denúncia nesse portal de notícias.

A equipe do Tribuna tentou entrar em contato com o enfermeiro, mas, ele não atendeu e não retornou o contato.

 

 

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