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sábado, 25 de julho de 2026

Dezenove estados e DF registram o menor desemprego da série histórica em 2025, aponta IBGE

Mercado de trabalho atinge recorde histórico de baixa desocupação

Dezenove estados e o Distrito Federal (DF) encerraram o ano de 2025 com a menor taxa de desemprego já registrada desde 2012, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa Pnad Contínua apurou que, para o Brasil como um todo, a taxa de desemprego finalizou 2025 em 5,6%, o menor índice da série histórica.

Mato Grosso e Santa Catarina lideram com menores taxas

As unidades da federação que alcançaram as menores taxas de desocupação em 2025 foram Mato Grosso (2,2%) e Santa Catarina (2,3%). Outros estados que se destacaram incluem Mato Grosso do Sul (3%), Espírito Santo (3,3%) e Paraná (3,6%).

Amazonas e Rondônia apresentam cenários distintos

Apesar de não ter apresentado queda na taxa de desemprego em 2025, Rondônia fechou o ano com 3,3%, sendo o quarto menor índice do país. O estado já havia registrado 3,1% em 2023. O Amazonas, por outro lado, repetiu a marca de 8,4% registrada em 2024, sendo o único entre os que atingiram as menores taxas a não apresentar queda.

Desigualdades regionais e informalidade em destaque

Em 2025, 12 das 27 unidades da federação registraram taxas de desemprego abaixo da média nacional de 5,6%. As maiores taxas de desocupação concentraram-se em três estados do Nordeste. A informalidade, que atingiu 38,1% no Brasil, superou essa marca em 18 estados, com destaque negativo para as regiões Norte e Nordeste, onde trabalhadores não possuem garantias como cobertura previdenciária e seguro-desemprego.

Rendimento médio do trabalhador: DF e São Paulo à frente

O Distrito Federal liderou o ranking de rendimento mensal do trabalhador, com R$ 6.320, seguido por São Paulo (R$ 4.190). Ao todo, DF e oito estados apresentaram rendimento acima da média nacional de R$ 3.560. O analista da pesquisa, William Kratochwill, atribui a mínima histórica ao “dinamismo observado no mercado de trabalho, impulsionados pelo aumento do rendimento real”.

Com Informações da Agência Brasil