sábado, 24, outubro, 2020
Condomínio Leve Castanheiras avança para 3ª fase na Zona Leste de Manaus

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RD Engenharia apresenta a terceira fase do Leve Castanheiras, que conta com elevador

A construtora RD Engenharia lança numa live, nesta quinta-feira (25) às 15h, a terceira fase do Leve Castanheiras, localizado no bairro Gilberto Mestrinho, Zona Leste da capital. Ainda este mês serão colocados a venda 320 apartamentos, que fazem parte do programa de moradia do Governo Federal ‘Minha Casa, Minha Vida’ (MCMV).

O empreendimento conta ao todo com 1.088 apartamentos, 384 estão habitados, 384 em construção (com entrega prevista para fevereiro de 2021) e os demais serão lançados no canal da construtora no YouTube tanto para os corretores quanto para os clientes. “Nossa expectativa de negociação é grande em virtude do mercado imobiliário não estar oferecendo novas opções para os clientes. Esses imóveis serão apresentados tanto pela House Imobiliária, que faz parte do grupo da RD quanto pelas imobiliárias terceirizadas. Como a Zona Leste é uma região altamente povoada, possui grande demanda reprimida que aguarda por imóveis com bom padrão de qualidade e com a estrutura que a RD oferece”, destacou Elias Ayres, gerente comercial da RD.
Os apartamentos contam com áreas de 43,58m² com dois dormitórios e 54,11m² com três dormitórios. Os apartamentos possuem varanda ou gardem (jardim). O imóvel contra com uma grande inovação dentre os produtos ofertados pelo MCMV. “No padrão costumeiro, os apartamentos para esta faixa salarial não dispõem de muitos recursos. A RD tem investido em pesquisa, em inovação e cotação de preços para oferecer o melhor por menor custo. O elevador é uma facilidade indispensável no mundo moderno. Esse será nosso primeiro empreendimento nesta linha que disporá desta comodidade para os moradores”, comemorou o presidente da RD Engenharia, Romero reis.

Os imóveis direcionados para famílias com renda entre R$ 2,8 e R$ 7 mil poderão ser financiados pela Caixa Econômica Federal e os interessados podem liquidar parte do valor com a utilização do FGTS. Os proprietários de apartamentos de dois quartos ganham ainda o registro no cartório mais o ITBI (Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis) grátis.
Retomada lenta de ritmo

Segundo a Pesquisa do Mercado Imobiliário realizada pela Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Amazonas (Ademi-AM), em Manaus foi lançado, no 1˚ trimestre de 2020, apenas um empreendimento contra 10 em todo o ano passado.

Nacionalmente, a situação está longe da ideal, mas o setor começa a reagir. Os lançamentos habitacionais em todo o país contabilizaram 18.388 unidades, apresentando recuo de 14,78%.

Em termos de vendas, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC) aponta que os números locais caíram 22,02% na virada do quarto trimestre de 2019 (R$ 109 milhões) para o primeiro de 2020 (R$ 85 milhões), embora tenha sido registrado incremento de 150% sobre o acumulado de janeiro a março de 2019 (R$ 34 milhões).

Manaus tem seguido a tendência de outras capitais brasileiras. Cerca de 80% do que é construído integra o programa habitacional MCMV. “O interesse por este setor econômico deve aumentar. Mesmo porque Manaus tem déficit habitacional de 200 mil moradias. O mês de maio foi uma surpresa para as lojas de materiais de construção que tiveram grande aumento nas vendas advindo do interesse das pessoas em melhorar o ambiente onde vivem. Isso abriu uma janela, uma boa expectativa para a construção. As pessoas, que moram em submoradias, aglomeradas ou de aluguel querem ter seu próprio espaço e com condições dignas de ocupação como serviço de saneamento eficiente”, ponderou o presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Amazonas (Sinduscon-AM), Frank do Carmo Souza.

Flexibilidade


A redução da taxa de juros e a dilatação de prazos para o início do pagamento são importantes aliados para a recuperação do segmento. O prazo de carência anteriormente era de até 60 dias. Atualmente os bancos postergaram até 6 meses de carência em novos financiamentos imobiliários,
A queda da taxa básica de juros (Selic) de 3% para 2,25% ao ano (o menor patamar desde o início da série histórica em 1996) é outro fator positivo para o mercado imobiliário. O crédito ficou mais barato tanto para quem está interessado em comprar imóvel quanto para a construtora que deseja investir no mercado da Construção Civil.

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