Em Manaus, radicais extremistas falam em matar Wilson Lima para retorno dos serviços não essenciais

Amazonas – Em plena segunda onda de Covid-19 que devasta o nosso Estado, e hospitais tanto da rede privada quanto da rede pública anunciando colapso, extremistas resolveram criar grupos em aplicativos de mensagem para promover protestos violentos em prol da reabertura do comércio mão essencial.

Vale lembrar que nesta segunda-feira (4), a FVS (Fundação de Vigilância em Saúde) anunciou que estamos na fase mais grave da pandemia do novo coronavírus no Estado.

A imprensa teve acesso à conversas que dão conta que esses extremistas possam estar ligados com parlamentares que são de oposição ao governo do AM nas manifestações. Em uma das capturas de tela, é possível ver um dos extremistas ameaçando de morte o governador do Estado, Wilson Lima (PSC).

No último sábado (2), a pedido do Ministério Público (MP-AM), o Tribunal de Justiça (TJ-AM) determinou medidas restritivas mais rigorosas aos serviços não essenciais no Estado. O MP defende o fechamento do comércio não essencial com base no alto número de infectados que o Estado tem registrado por dia nas última semanas, além do colapso no sistema de saúde.

Em um dos grupos chamado de “MTA-Manaus”, os líderes do movimento identificados como “Peres” e “Hozana” comentaram, nesta segunda-feira, sobre a possiblidade se reunirem com parlamentares de oposição ao governo para apoiar os atos.

São mencionados nas conversas, os nomes dos seguintes políticos: deputado federal Pablo Oliva (PSL) e os deputados estaduais Delegado Péricles (PSL) e o ex-vice de Amazonino, Wilker Barreto; ambos do Podemos.

Ainda no grupo MTA-Manaus, um número pertencente a “Haroldo Freitas” coloca em pauta a possibilidade de assassinar o Wilson Lina:

Seria muito bom que levasse uma bala em alguma coletiva de imprensa…

 

Com informações, Revista Cenarium

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