
Manaus ocupa a 134ª posição no ranking mundial de qualidade de vida divulgado pela Economist Intelligence Unit (EIU), divisão de pesquisas da revista britânica The Economist. A capital amazonense está entre as 173 cidades avaliadas e foi uma das três representantes do Brasil no levantamento.
Além de Manaus, o estudo inclui Rio de Janeiro, que aparece na 108ª colocação, e São Paulo, logo atrás, na 115ª posição.
O ranking leva em consideração indicadores como estabilidade, saúde, educação, infraestrutura, cultura e meio ambiente. A pesquisa é utilizada internacionalmente como referência para empresas e organizações na avaliação das condições de vida de profissionais expatriados.
No topo da lista, Copenhague, na Dinamarca, foi eleita, pelo segundo ano consecutivo, a cidade com a melhor qualidade de vida do mundo, com 98 pontos. Na sequência aparecem Viena, na Áustria, e Melbourne, na Austrália.
Entre as dez cidades mais bem colocadas também estão Sydney, Zurique, Genebra, Osaka, Adelaide, Vancouver e Tóquio.
Na outra ponta do ranking, Damasco, capital da Síria, permanece como a cidade com pior qualidade de vida do planeta, posição que ocupa desde 2013 em razão dos impactos da guerra. Também figuram entre as últimas colocações Trípoli (Líbia), Daca (Bangladesh), Karachi (Paquistão) e Teerã (Irã).
Segundo a EIU, os conflitos no Oriente Médio provocaram uma queda na avaliação de estabilidade de diversas cidades da região. Dubai e Abu Dhabi perderam quatro posições, enquanto Mascate, em Omã, registrou a maior queda do ranking após ataques com drones iranianos.
O levantamento também aponta que a China foi o país com maior evolução nos indicadores de saúde, impulsionada por investimentos públicos na ampliação da cobertura médica. Apesar do avanço, cidades chinesas ainda enfrentam desafios em áreas como meio ambiente, vigilância estatal e liberdades individuais, fatores que influenciam a avaliação geral da qualidade de vida.


