sexta-feira, 30, outubro, 2020
Mulher mata amiga grávida e rouba bebê em Santa Catarina; imagem forte

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Tijucas – O desaparecimento de uma grávida, teve um desfecho chocante e infeliz nesta sexta-feira (28). Flávia Godinho Mafra, de 24 anos, foi assassinada pela ‘amiga’ a tijoladas e depois teve o bebê arrancado da barriga com um estilete. O crime ocorreu e Canelinha, município de Santa Catarina.

A assassina, de 26 anos, em depoimento para à polícia disse que engravidou em outubro de 2019, mas, sofreu um aborto no mês de janeiro deste ano e resolveu não contar para ninguém sobre o ocorrido.

Na quinta-feira (27), a criminosa chamou Flávia para ir com ela até um chá de bebê surpresa, que seria na cerâmica abandonada, que fica no bairro Porto Galera, em Canelinha.

Quando a vítima ficou de costas, a mulher então deu uma tijolada. Já no chão, Flávia continuou sofrendo mais golpes. Na sequência, a autora usou o estilete para iniciar o corte da barriga da gestante e retirar bebê.

A polícia vai investigar agora se houve a participação de mais alguém no crime, principalmente do marido, que já foi autuado em flagrante. Pelo relato da mulher, ela agiu totalmente sozinha.

O marido de 44 anos, também não sabia do aborto e nem da mentira da gestação. Ele teria até montado o quarto da criança, entusiasmado com a chegada da menina.

Após o crime, a autora mandou mensagens para uma profissional de saúde informando que havia ganhado bebê na rua. Foi até o hospital e seguiu com a mentira. Mas, como a criança estava com cortes nas costas, houve desconfiança da equipe do hospital. Os médicos então começaram também a desconfiar porque ela não apresentava qualquer indício de que teve parto recente.

Em conversa com a polícia, então ela confessou o crime. De acordo com o delegado de Tijucas, Paulo Alexandre Freyesleben e Silva, a mulher demonstrou muita frieza. Nenhum arrependimento ou emoção. Ela só queria ter um filho.

“Em anos de trabalho, nunca vi nada igual. Ela é extremamente fria. Nem se importou com a saúde da criança, nem pediu. Contou em detalhes o crime. Não teve sentimento, falou normalmente”, comenta.

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