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sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Da entrega de 23 mil títulos ao Senado: Wilson Lima reafirma compromisso com a regularização fundiária

A segurança de ter a casa reconhecida oficialmente é uma conquista que começa no papel, mas muda a vida de quem passou anos convivendo com a incerteza. Foi o que candidato ao Senado, Wilson Lima, acompanhou nesta quinta-feira (20/08), ao visitar Ana Cláudia Costa, de 55 anos, moradora do Campo Sales há duas décadas e beneficiária do título definitivo de sua propriedade.

Durante a visita, Wilson Lima destacou que o trabalho envolveu a construção de parcerias com instituições responsáveis por garantir a segurança jurídica dos processos.

“Nós entregamos títulos definitivos pra 23 mil pessoas. Pra gente poder caminhar com isso, a gente teve que fazer parcerias com cartório, com Tribunal de Justiça, com a Defensoria Pública para ter certeza que ninguém ia questionar o título”, afirmou.

Ana Cláudia esperou 20 anos pelo documento. Durante esse período, o medo de perder o imóvel fazia parte da rotina. Com o título em mãos, veio também a sensação de segurança sobre o lugar onde construiu sua vida.

“Durante 20 anos, esperava o título. Antes de eu ter isso aqui, eu tinha medo de ter uma reintegração de posse, ou alguém me tomar. Agora estou garantida”, relatou.

A história de Ana Cláudia ajuda a traduzir em uma história concreta o alcance da política de regularização fundiária implementada pelo Governo do Amazonas, durante a gestão de Wilson Lima. Desde 2019, 23.349 famílias foram beneficiadas com títulos definitivos no Estado.

A regularização fundiária faz parte do Amazonas Meu Lar, programa habitacional que já atendeu 32.821 famílias em diferentes modalidades. Além dos títulos definitivos, o programa reúne iniciativas como construção de unidades habitacionais, Bônus Moradia, Cheque Moradia, indenizações, Auxílio Moradia e Bolsa Moradia.

Uma política que tem rosto e história

Ao longo de agosto, Wilson Lima também encontrou outras beneficiárias que tiveram suas vidas impactadas pela regularização fundiária. São histórias de pessoas que passaram anos esperando pelo reconhecimento formal de suas propriedades e que hoje têm a segurança jurídica sobre o lugar onde vivem.

Entre elas está Odineia Almeida Pereira, de 74 anos, moradora do Cidade Nova. Ao relembrar o período em que buscava conseguir a documentação, ela contou que chegou a perder a esperança de ver o processo chegar ao fim.

“Antes tinha que ir ‘não sei pra onde’, e nunca saía. Eu não tinha mais esperança. Isso aqui é tudo. E quem tem, agradeça muito a Deus porque é muito valorizado”, afirmou Odineia.

Outra história é a de Enoquia da Silva, de 82 anos, moradora do Educandos desde a década de 1960. Depois de anos buscando a regularização de sua propriedade, ela finalmente recebeu o documento.

“Eu esperei muitos anos. Eu andei demais atrás, eu orei muito pra chegar o dia de receber. E graças a Deus chegou aqui”, relatou.