
Durante sabatina no Jornal Nacional, da TV Globo, nesta sexta-feira (16), o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que a saída do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) do governo seria a principal medida de ajuste fiscal para o Brasil.
A declaração foi feita durante questionamentos sobre propostas para controlar os gastos públicos. Na entrevista, Flávio garantiu que manterá os reajustes do salário mínimo acima da inflação e negou que pretenda desvincular as aposentadorias desse índice.
O senador também descartou mudanças na Constituição para acabar com os pisos mínimos de investimento em saúde e educação.
Ao defender sua posição, Flávio acusou Lula de disseminar informações que, segundo ele, provocariam temor entre servidores públicos e trabalhadores de empresas estatais. O candidato negou que pretenda acabar com aposentadorias ou promover a privatização do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal e da Petrobras.
“O maior ajuste fiscal que o Brasil pode fazer é tirar o Lula”, declarou.


