quinta-feira, 01, outubro, 2020
Hoje!Flamengo e Atlético fazem duelo que pode marcar novo capítulo de rivalidade

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Do Esporte UOL

A primeira rodada do Brasileiro reservou um clássico que marca uma das maiores rivalidades do Brasil. Hoje (9), Flamengo e Atlético-MG entram no campo do Maracanã, às 16h, em uma partida que pode marcar uma nova era de um antagonismo que começou em 1980, quando ambos decidiram a taça.

Campeão nacional e da Libertadores, o Flamengo fez a concorrência se mexer para destronar os atuais vencedores. Sob a batuta de Jorge Sampaoli, vice no ano passado com o Santos, o Galo se coloca como um dos possíveis perseguidores do Fla.

Dinheiro não faltou para a missão. Ao todo, o clube investiu R$ 86,5 milhões em reforços no atual mercado da bola e buscou nomes como Junior Alonso, Keno e Marrony. O objetivo é claro nos bastidores: superar o adversário da tarde de hoje em todos os aspectos.

O presidente Sérgio Sette Câmara reservou para o último ano do primeiro mandato alguns artifícios importantes, como o investimento da família Menin e a busca por auditorias, com o objetivo de equalizar as finanças.

“O time do Flamengo vem jogando há muito tempo junto. Ainda que tenha trocado o treinador, o padrão está lá. Os jogadores já se conhecem só de olhar. É diferente pegar um time novo e entrosar. Vai demorar um tempo para entender a estratégia de jogo do Sampaoli”, disse o dirigente

Fora das quatro linhas, há também uma espécie de “obsessão” com o Flamengo. A gestão de Eduardo Bandeira de Mello, antecessor de Rodolfo Landim, é vista como modelo na Cidade do Galo, mesmo que haja gastos elevados no futebol — investimento superior a R$ 80 milhões em reforços e o aumento de 50% da folha salarial (subiu de R$ 4,1 milhões para R$ 6,1 milhões). Em que pese a estratégia ousada, o dirigente diz que mantém uma linha semelhante ao que foi feito na Gávea:

“A estratégia não precisa ser literalmente igual. Temos situações diferentes, como um estádio adiante. Dentro da filosofia, temos uma meta ali. São negócios diferentes que trazem estratégias diferentes. Mas do ponto de vista de cortar custos, fazer investimentos inteligentes, organização interna, estamos fazendo à risca, como aconteceu no Flamengo. Queremos fazer até melhor que o Flamengo”.

Os atleticanos não escondem que os cariocas são um espelho, mas o caminho nem sempre é curto. Para voltar a vencer, o Fla apertou os cintos até colocar a casa em ordem e poder investir de forma mais pesada.

Após anos de vacas magras e de poucos títulos, a engrenagem funcionou depois da contratação de jogadores que custaram muito, mas resolveram a parada.

Ao contrário do rival, o Rubro-negro só injetou recursos depois de se tornar sustentável. Independentemente das questões extracampo, o ex-atacante Nunes, autor do gol na decisão de 1980 (vitória por 3 a 2), ainda não vê os mineiros com tanta força para “peitar” os campeões. O ídolo rubro-negro elogiou o time montado pelo Galo, mas ele crê na manutenção da hegemonia.

“O Atlético está arrumando a casa, fazendo um time bom, mas confio no Flamengo, que tem um plantel melhor e mais entrosado. Se jogar como vinha jogando, acredito no Flamengo. Mas Flamengo e Atlético sempre serão rivais, desde 80 já havia rivalidade. Mas eu não acredito nesse negócio de que o Atlético está se preparando para desbancar o Flamengo. Mesmo sem torcida no Maracanã, o Flamengo é mais time”.

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